A Aspen utiliza os dados dos cookies para personalizar e melhorar a sua experiência em nosso site. Esses cookies, bem como os dados dos formulários, tem como objetivo o uso interno para melhorar o desempenho do site e não serão, sobre hipótese alguma, divulgados publicamente.
Acesse aqui a nossa política de privacidade.

    10 motivos para trabalhar na farmacêutica Aspen Pharmacare

    No Brasil desde 2009, a farmacêutica sul-africana Aspen Pharma organiza a casa e estrutura processos para continuar crescendo no ritmo de 48% ao ano

    Por Luciana Limaaccess_time30 mar 2020, 14h16chat_bubble_outlinemore_horiz

    Um doa produtos mais famosos da farmacêutica é o Leite de Magnésia de Phillips (Andre Valentim/VOCÊ S/A)

    Com 160 anos de história, o grupo farmacêutico sul-africano Aspen Pharmacare é um dos maiores do mundo. A companhia possui 10 000 funcionários, espalhados por 55 operações, e fornece medicamentos para mais de 144 países. Por aqui a Aspen desembarcou há apenas dez anos. Embora novata e pouco conhecida pelo público, desde 2015 a subsidiária brasileira dobrou de tamanho. Com sede no Rio de Janeiro e uma fábrica em Serra, no Espírito Santo, a empresa conta com 371 empregados e comercializa fitoterápicos e remédios vendidos sob prescrição médica. Um de seus produtos mais famosos é o Leite de Magnésia de Phillips. Em 2016, a companhia assinou acordo para comercializar o portfólio da então concorrente AstraZeneca, passando a vender também anestésicos. No último ano, a farmacêutica faturou 375 milhões de reais, um crescimento de 48% em relação ao período anterior.

    1. Casa nova

    Em dezembro, a sede da empresa, no Rio de Janeiro, mudou de endereço. O novo escritório de 1 000 metros quadrados conta com conceito aberto e espaço para descompressão com mesa de sinuca e refeitório. O objetivo da mudança é integrar os times. “Antes, a diretoria e a operação ficavam em andares separados. Queremos aproximar as pessoas para aumentar a troca de ideias”, diz Patrícia Franco, diretora de RH da Aspen.

    2. Sem rigidez

    Além de banco de horas, os funcionários da companhia possuem short Friday e horário de entrada flexível. Por lá, o expediente é encerrado às 15 horas às sextas-feiras e os empregados podem entrar na companhia entre 7 e 9 da manhã todos os dias.

    3. Primeiros passos

    No ano passado, a Aspen começou a tratar de diversidade e inclusão. Além da criação de um comitê formado por diretores de todas as áreas e pelo presidente, Alexandre França, firmou uma parceria com a consultoria Transempregos para sensibilizar os funcionários e contratou a primeira profissional trans.

    4. Ouvido atento

    Cerca de 100 empregados fazem parte do time de vendas e ficam espalhados pelo Brasil. para garantir alinhamento, em outubro de 2019 a Aspen contratou uma executiva responsável por estruturar a área de comunicação, que até então não existia, e organizar o fluxo de informações internas.

Arquivos