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Nenhum medicamento é inteiramente isento de risco. O risco pode até ser insignificante ou ainda aceitável em relação à ação terapêutica. Além disso, nem todos os riscos podem ser conhecidos antes de o medicamento ser colocado no mercado e exposto a um grande número de indivíduos. Daí a necessidade de uma vigilância contínua do medicamento quanto a sua segurança.

Como faço para enviar um currículo para a Aspen Pharma?

Acesse a aba Trabalhe Conosco no nosso website, www.aspenpharma.com.br ou clique aqui, cadastre o seu currículo e boa sorte!

A Aspen Pharma possui algum programa de suporte ao paciente que conceda descontos em medicamentos?

Neste momento, a Aspen Pharma não possui programa de suporte ao paciente com este benefício.
Pode existir variação de preço de acordo com o PDV.

Os produtos do portfólio da Aspen Pharma são testados em animais e/ou possuem algum componente de origem animal?

Os nossos produtos são constituídos de medicamentos em quase toda sua totalidade. Dado isto, ressaltamos que todos os medicamentos devem ser submetidos a ensaios não clínicos, como por exemplo, testes de toxicidade, antes de serem submetidos a testes em humanos (ensaios clínicos), de acordo com legislação vigente. Somente após essas etapas os medicamentos são submetidos à aprovação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para que possam ir para o mercado. Portanto, medicamentos de forma geral são testados em animais.

Temos ainda alguns medicamentos os quais contém lactose, gelatina e outros ingredientes de fonte animal. Deste modo, esclarecemos que os produtos comercializados pela Aspen Pharma, de modo geral, não são veganos.

Os comprimidos podem ser partidos ou macerados?

Em geral a Aspen Pharma não recomenda a partição do comprimido, mesmo quando sulcados.

A partição ou a maceração do comprimido não pode afetar a posologia do medicamento e causar impacto ao resultado esperado, por não ser incerto garantir ao paciente a administração da dosagem necessária para um tratamento eficaz.

Medicamentos com agente citotóxico ativo e de liberação prolongada também merecem atenção. Os citotóxicos só podem ser manipulados por profissionais equipados para tal manuseio devido ao risco de toxicidade ao contato com o agente. Nos casos dos comprimidos de liberação prolongada o ativo é liberado gradativamente no organismo garantindo um efeito terapêutico, a partição ou maceração trariam impacto a este efeito.

Orientamos que converse com o médico que o assiste para que ele preste as devidas orientações sobre que conduta seguir.

O paciente pode receber amostras grátis diretamente da empresa Aspen Pharma?

As amostras grátis de medicamentos somente podem ser distribuídas pelas empresas farmacêuticas aos profissionais prescritores (médicos e dentistas), exclusivamente em ambulatórios, hospitais, consultórios médicos e odontológicos.
Os prescritores podem realizar a entrega das amostras grátis a qualquer paciente, após avaliação da necessidade e prescrição médica ou odontológica.

Ref.: RDC nº 60/2009, Art. 3º e Decreto nº 79.094/1977, Art. 17

Como posso fazer para importar um medicamento para meu tratamento?

Conforme previsto na RDC nº 63/2008, somente é permitida a importação de medicamentos que contenham exclusivamente substâncias das listas C1 e C4 (http://portal.anvisa.gov.br/lista-de-substancias-sujeitas-a-controle-especial). Para a importação destes medicamentos não é necessário enviar previamente nenhuma documentação à Anvisa. É necessário somente estar de posse dos seguintes documentos e apresentá-los para os órgãos fiscalizatórios no ponto de entrada (posto aeroportuário):

– Receita médica;

– Documento fiscal comprobatório da sua aquisição, em quantidade para consumo individual.

Nestes casos, o comércio deste produto é proibido, sendo somente permitido o seu uso pessoal e restrito.

É importante ainda se atentar que, no caso específico das substâncias da Lista C1, somente poderão ser importados medicamentos que não possuam semelhantes registrados e/ou comercializados no Brasil. Portanto, caso haja algum medicamento semelhante disponível no país, ainda que com um nome comercial diferente, o medicamento do exterior não poderá ser importado.

Medicamentos à base das demais substâncias, constantes nas outras listas, têm a sua importação proibida no Brasil. Em casos excepcionais, para uso próprio e para tratamento de saúde, onde não há alternativas terapêuticas, a importação de medicamentos à base das outras substâncias pode ser requerida pelo paciente/responsável legal, à Anvisa, por meio de pedido de excepcionalidade, previamente à importação.

Onde posso descartar medicamentos que não farei mais uso ou estão vencidos?

Esclarecemos que não existe legislação de âmbito nacional sobre o tema.
A Aspen Pharma não recomenda o descarte de medicamento no lixo comum ou no esgoto doméstico, pois pode haver contaminação do meio ambiente, além dos riscos a pessoas que eventualmente possam ter contato com o produto descartado.

A embalagem secundária (cartucho) e bula podem ser descartados em lixo reciclável, conforme orientação abaixo.

As caixas de papel, também chamadas de embalagem secundária, assim como as bulas, não têm contato direto com o medicamento. Portanto, não são tóxicas ao meio ambiente e podem ser descartadas no lixo reciclável. Mas é importante que os medicamentos sejam mantidos em suas embalagens originais, também chamadas de embalagens primárias (cartelas de comprimido, frascos, tubos de cremes ou pomadas, por exemplo), no momento do descarte nos postos de coleta. Estes não devem ser descartados juntamente com o lixo orgânico, devido aos danos que podem causar ao meio ambiente. Com relação aos materiais cortantes, eles devem ser guardados dentro de embalagens resistentes, como latas e plástico, para eliminar o risco de acidentes e só devem ser descartados nos postos de coleta. Lembramos que os medicamentos, enquanto utilizados e dentro de seu prazo de validade, devem ser armazenados em suas caixas (embalagens secundárias).

O consumidor pode verificar os postos de coleta (farmácias, drogarias, supermercados e Unidades Básicas de Saúde – UBS) disponíveis em seu município através de sites como o www.ecycle.com.br e www.descarteconsciente.com.br.

Por que os medicamentos ficam em falta no mercado?

Muitos podem ser os motivos da falta de um determinado medicamento no mercado. Uma das possíveis causas é a descontinuação temporária ou definitiva de fabricação pela empresa farmacêutica. Entre em contato com o nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor para confirmar se há realmente algum problema com a distribuição do produto, caso não haja, indicaremos os locais onde você possivelmente poderá encontrar.

Listamos alguns motivos que podem impactar a distribuição de algum medicamento, são eles:
Questões logísticas: Aumento da demanda e problema na importação
Parque fabril: Mudança no local de fabricação ou de alguma etapa de fabricação para outro lugar. Vale ressaltar que a necessidade de alteração do local de fabricação de um medicamento é um processo bastante complexo, que demanda a aquisição de equipamentos, importação de matérias-primas, além da realização de uma série de estudos para posterior submissão e aprovação das Autoridades Sanitárias. Devido a essa complexidade, um cronograma inicial é estabelecido e uma previsão de retorno de comercialização é indicada, porém esta previsão pode ser alterada a medida que algum atraso, alheio a nossa vontade, ocorra.
Processo de fabricação: Alterações no processo de fabricação por decisão do fabricante ou por exigência sanitária.
Exemplos: troca de máquinas, mudança de fornecedor de matéria prima, alteração de embalagem etc.
Princípio ativo: Dificuldade para se obter a matéria prima no mercado.

A Aspen Pharma comunica a Anvisa sempre que é necessário realizar alguma interrupção no fornecimento de seus produtos, conforme a RDC nº 18/2014.

Como posso confirmar a autenticidade de um medicamento?

Dicas para evitar a aquisição de produtos suspeitos.

Verifique a condição do selo de segurança presente na aba do cartucho dos produtos e nos lacres de segurança e/ou vedação, precisam estar íntegros sem qualquer sinal de violação;

No cartucho do produto existe um espaço com um indicador e uma orientação para que o consumidor raspe o local com metal. Ao raspar, ficará visível a marca de segurança composta pela palavra qualidade e a logo da empresa;
Suspeite de mudanças no formato e aspecto – tamanho ou cor das cápsulas, por exemplo. Em caso de medicamentos líquidos, fique atento ao cheiro, cor e sabor;

As empresas farmacêuticas costumam imprimir numerações em baixo-relevo. Os falsificadores, invariavelmente, tiram cópia da embalagem verdadeira e não conseguem reproduzir o efeito de baixo-relevo;

Verifique se há alteração no tipo de letra e no texto da embalagem ou da bula. Fique alerta para os erros de português;

Nunca deixe o medicamento indicado no receituário ser trocado na hora da compra. Somente o médico pode autorizar a troca de um medicamento por outro;

Os cartuchos precisam conter algumas informações como o número de registro do produto na Anvisa (13 dígitos acompanhados da sigla MS), nome do farmacêutico responsável e seu número de inscrição no respectivo conselho (CRF), lote, data de fabricação e validade do produto e dados de contato do SAC da empresa.

Faça contato com o SAC e verifique se o lote foi fabricado ou comercializado pela empresa detentora do registro do produto.

 

Qual a diferença entre medicamento referência, genérico e similar?

Referência – É um produto inovador, registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no País cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente por ocasião do registro, conforme a definição do inciso XXII, artigo 3º, da Lei n. 6.360, de 1976 (com redação dada pela Lei nº 9.787 de 10 de fevereiro de 1999). A empresa interessada em registrar medicamentos genéricos e/ou similares deverá utilizar obrigatoriamente o medicamento de referência constante nas listas vigentes disponíveis nesta página (lista A e lista B) de acordo com os requisitos específicos da RDC 35 de 15/06/2012, que dispõe sobre os critérios de indicação, inclusão e exclusão de medicamentos na Lista de Medicamentos de Referência.

Genérico – É aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência, apresentando eficácia e segurança equivalentes à do medicamento de referência podendo, com este, ser intercambiável. A intercambialidade, ou seja, a segura substituição do medicamento de referência pelo seu genérico, é assegurada por testes de equivalência terapêutica, que incluem comparação in vitro, através dos estudos de equivalência farmacêutica e in vivo, com os estudos de bioequivalência apresentados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Os medicamentos genéricos podem ser identificados pela tarja amarela na qual se lê “Medicamento Genérico”. Além disso, deve constar na embalagem a frase “Medicamento Genérico Lei nº 9.787/99”. Como os genéricos não têm marca, o que você lê na embalagem é o princípio ativo do medicamento.

Similar – É aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, e que é equivalente ao medicamento registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículo, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.

REF.: http://portal.anvisa.gov.br/medicamentos/conceitos-e-definicoes

Como posso saber se um medicamento é de referência?

A agência nacional de vigilância sanitária (Anvisa) disponibiliza a relação destes produtos em sua página.

A lista pode ser acessada através do link: http://portal.anvisa.gov.br/registros-eautorizacoes/medicamentos/produtos/medicamentos-de-referencia/lista

Por que as possíveis reações ao utilizar o medicamento não estão relacionadas no cartucho do produto?

As reações adversas estão descritas no conteúdo da bula do medicamento, onde o paciente também pode encontrar a frequência com que estas reações foram observadas.

Caso queira consultar a bula de uma medicamento antes de sua aquisição, sugerimos que acesso o bulário disponível no site da Anvisa (http://portal.anvisa.gov.br/bulario-eletronico1), mas lembramos que as reações descritas foram observadas durante testes realizados em determinado grupo de pacientes no processo anterior a comercialização do produto e/ou após a comercialização, identificados através da avaliação dos relatos de evendo adversos que recebemos. Isso não significa que todos os pacientes serão acometidos das reações, dependerá do organismo do paciente e também do impacto de diversos outros fatores. O paciente pode utilizar sem ter reação,

No cartucho do produto estão presentes as informações obrigatórias pela regulamentação vigente

Posso utilizar produto fitoterápico concomitantemente ao medicamento que uso para tratamento sem risco?

Os fitoterápicos são medicamentos alopáticos (medicamentos de ação química), possuindo compostos químicos que podem interagir com outros medicamentos ou alimentos ou exames laboratoriais.

As plantas medicinais também possuem compostos químicos que podem promover esse tipo de interação.

Deve-se ter cuidado ao associar medicamentos ou medicamentos com plantas medicinais, pois essa interação poderá promover a diminuição dos efeitos ou provocar reações indesejadas.

Sugerimos que consulte o médico que o assiste para que possa ter a adequada avaliação sobre seu tratamento
Ref.: http://portal.anvisa.gov.br/anvisa-esclarece

Certa drogaria pratica um preço de venda abusivo para determinado produto do portófolio Aspen Pharma, como posso realizar denuncia-la?

Esclarecemos que o órgão regulador e fiscalizador é a CMED, orientamos que a denuncia seja realizada diretamente ao orgão através do e-mail cmed@anvisa.gov.br , como ele mesmo recomenda.

Ressaltamos que nossa política comercial recomenda a qualificação de todos os clientes que solicitam realizar cadastro conosco para efetuar compra de nossos produtos diretamente com a empresa. Sendo devidamente aprovado, garante que o fluxo de comercialização ocorra de maneira idônea, responsável e suportada pelos valores da Aspen Pharma.

Como faço para enviar um projeto social para Aspen?

Temos no nosso DNA a solidariedade, e por esse motivo, ao longo do ano, realizamos diversas ações de apoio a instituições em todo o Brasil. Se você deseja enviar um projeto para nossa análise Clique aqui

Como posso saber se determinado produto está sendo comercializado?

Para saber quais produtos estão temporariamente sem abastecimento clique aqui. Caso o produto do seu interesse não esteja na listado, entre em contato com o nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor e indicaremos os locais onde você possivelmente poderá encontrar.

Alguns fatores podem motivar o desabastecimento temporário ou definitivo de determinado produto no mercado, são eles:

Questões logísticas: Aumento da demanda e problema na importação

Parque fabril: Mudança no local de fabricação ou de alguma etapa de fabricação para outro lugar. Vale ressaltar que a necessidade de alteração do local de fabricação de um medicamento é um processo bastante complexo, que demanda a aquisição de equipamentos, importação de matérias-primas, além da realização de uma série de estudos para posterior submissão e aprovação das Autoridades Sanitárias. Devido a essa complexidade, um cronograma inicial é estabelecido e uma previsão de retorno de comercialização é indicada, porém esta previsão pode ser alterada a medida que algum atraso, alheio a nossa vontade, ocorra.

Processo de fabricação: Alterações no processo de fabricação por decisão do fabricante ou por exigência sanitária.

Exemplos: troca de máquinas, mudança de fornecedor de matéria prima, alteração de embalagem etc.

Princípio ativo: Dificuldade para se obter a matéria prima no mercado.

A Aspen Pharma efetua a comunicação a Anvisa sempre que é necessário interromper o fornecimento de seus produtos, conforme a RDC nº 18/2014.